
Steve Clarke chegou na entrevista coletiva pré-jogo como quem já sabe que vai ser uma noite longa — e foi honesto sobre isso. O técnico da Escócia, às vésperas de encarar o Brasil no Grupo C da Copa do Mundo 2026 em Miami, não fingiu que a missão é simples. Do outro lado, Carlo Ancelotti tem um quebra-cabeça tático para resolver: Raphinha está fora do duelo desta quarta-feira, e alguém precisa ocupar o espaço do camisa 11 da Seleção. 19h (horário de Brasília), com cheiro de sal e cerveja cara no ar.
Steve Clarke poderia ter entrado na sala de imprensa com aquele discurso padrão de "respeitamos o adversário, mas acreditamos em nós". Não fez isso. Segundo a ESPN Brasil, o treinador escocês foi direto ao ponto sobre o que pode acontecer se a Escócia tentar jogar aberto contra o Brasil — e a frase virou o assunto do dia entre os jornalistas credenciados em Miami.
Não é pessimismo. É lucidez. A Escócia está numa Copa do Mundo — e isso, por si só, já é uma história. Clarke sabe que sua equipe não vai intimidar ninguém no papel, mas também sabe que times que entram acuados demais costumam sair com placar constrangedor. O equilíbrio entre coragem e realismo é o fio que o técnico está tentando costurar nos últimos dias de preparação.
Clarke não parece o tipo que perde o sono com o que não pode controlar. Parece o tipo que dorme bem e acorda cedo para trabalhar no que pode.
Do lado brasileiro, a notícia que movimentou o dia foi a ausência de Raphinha. O motivo exato — suspensão ou problema físico — ainda não foi confirmado com clareza pelas fontes disponíveis, mas o fato é que o camisa 11 não estará disponível para o duelo contra a Escócia. (Editores: verificar cobertura corroborante em Lance!, Globo Esporte ou UOL Esporte e adicionar URL antes de publicar.)
Ancelotti, de acordo com a ESPN Brasil, já tem um preferido para a vaga. (Editores: recuperar o nome do substituto indicado na fonte ESPN Brasil e inserir aqui antes de publicar — é o detalhe mais procurado pelo leitor nessa seção.) O que também chama atenção é a postura em relação aos pendurados: Ancelotti não deve poupar jogadores que estão na corda bamba com cartões amarelos, o que diz muito sobre o quanto ele leva esse jogo a sério.
Brasil no Grupo C, Copa do Mundo em casa alheia, torcida mista em Miami — não é hora de gerir desgaste. É hora de vencer.
Enquanto os técnicos falavam de táticas, um lateral da Escócia — (Editores: recuperar o nome do jogador da fonte ESPN Brasil [3] e inserir aqui antes de publicar) — foi a voz mais descontraída da semana. Em entrevista à ESPN Brasil, o jogador tocou no assunto Neymar com uma leveza que arrancou sorrisos, e ainda reclamou, com bom humor, da dificuldade de encontrar cerveja barata em Miami.
> Nota de contexto: a presença de Neymar no elenco convocado por Ancelotti não foi confirmada nas fontes consultadas até o fechamento desta edição. Se a CBF ou o próprio Ancelotti confirmarem em coletiva, a referência será atualizada com a fonte oficial.
O que é certo: Miami não é exatamente o destino mais acessível do planeta, e o lateral escocês claramente não estava esperando pelos preços de lá.
Steve Clarke chegou na entrevista coletiva pré-jogo como quem já sabe que vai ser uma noite longa — e foi honesto sobre isso. O técnico da Escócia, às vésperas de encarar o Brasil no Grupo C da Copa do Mundo 2026 em…
Fontes
ESPN Brasil Futebol
Artigos do Flagside são produções originais sintetizadas de múltiplas fontes. A gente cita cada veículo que alimentou a matéria.
O melhor dos jogos da noite, o que tá rolando na janela de transferências e a coluna que você tem que ler hoje. Sem anúncios. Sem dicas. Sem operadoras.
Desinscrição em um clique. A gente não compartilha emails.
“Stays on World Cup — different angle, same beat.”
Cristiano Ronaldo has done a lot of things for the first time. On 23 June 2026, he did something no footballer in the history of the sport had ever done — scored in six different FIFA World Cups. Port
“Stays on World Cup — different angle, same beat.”
Cristiano Ronaldo has done a lot of things for the first time. On 23 June 2026, he did something no footballer in the history of the sport had ever done — scored in six different FIFA World Cups. Port