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O técnico da França deixou a mãe para dirigir a seleção — photo: ESPN Brasil Futebol

Photo: ESPN Brasil Futebol

Didier Deschamps deixou o lado da mãe para dirigir a França contra a Suécia

Tem jogo decisivo na Copa do Mundo — e tem história por trás dele. Antes do duelo contra a Suécia nesta terça-feira, 30 de junho, Didier Deschamps foi à coletiva, confirmou uma baixa no elenco e revelou que precisou deixar o lado da mãe, que está doente, para estar à beira do campo. Futebol é urgente assim, às vezes de um jeito que incomoda.

Redação Flagside·Publicado ·Atualizado ·1 MIN DE LEITURA

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A revelação que parou a sala de imprensa

A pauta era pré-jogo. Escalação, estratégia, como parar a Suécia. Mas Didier Deschamps foi além do protocolo: revelou que deixou a mãe — que se encontra doente — para não abandonar a seleção às vésperas de uma partida que pode definir a classificação para as oitavas de final. "Para o meu próprio bem, tive que ir embora", disse o treinador, segundo a ESPN Brasil. A frase ficou no ar.

Não é o tipo de detalhe que aparece num relatório tático. É o tipo de coisa que lembra que existe uma pessoa dentro do casaco de treino — e que a Copa do Mundo cobra um preço que vai além do vestiário.

O desfalque confirmado — e a névoa em torno dele

Além do peso pessoal, Deschamps confirmou que a França enfrenta a Suécia com pelo menos um jogador a menos. O nome do jogador não foi revelado pelo treinador na coletiva — a confirmação em si já é sinal de que o grupo não chega completo a um jogo que não pode ser desperdiçado.

A França precisa de um resultado positivo para garantir a vaga na fase eliminatória. A Suécia, por sua vez, tem os mesmos motivos para não recuar.

Na outra partida: Costa do Marfim x Noruega

No mesmo dia decisivo, Costa do Marfim e Noruega também entram em campo com a classificação na mesa. Os dois jogos formam uma terça-feira de Copa do Mundo do jeito que a fase de grupos sabe fazer: ninguém tem nada garantido, todo mundo tem algo a perder.

A Noruega chega com Erling Haaland como principal ameaça — o centroavante que transforma qualquer jogo num problema de gestão de risco para a defesa adversária. A Costa do Marfim, por sua vez, vai precisar de organização e eficiência para segurar o ímpeto escandinavo.

Dois jogos, quatro seleções, zero margem para erro. A Copa do Mundo não avisa quando vai começar a valer de verdade — ela simplesmente começa.

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