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Neymar voltou — mas o Brasil é de Vini Jr. — photo: Terra Futebol

Photo: Terra Futebol

Neymar voltou — mas o Brasil é de Vini Jr.

Neymar voltou. A Copa do Mundo de 2026 finalmente tem o seu nome na lista de jogadores utilizados — mas a história que ele conta agora é diferente de tudo que veio antes. Aos 30 minutos do segundo tempo contra a Escócia, o camisa 10 entrou em campo não como talismã, não como protagonista, mas como o coadjuvante mais famoso do torneio.

Redação Flagside·Publicado ·Atualizado ·2 MIN DE LEITURA

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O retorno que todo mundo esperava — só que assim

Durante anos, a pergunta era simples: Neymar vai chegar bem à Copa? Em 2026, a pergunta mudou de forma. Ele chegou. Entrou. Combinou com Vinícius Jr. Mostrou movimentação positiva, segundo relatos da imprensa brasileira. E saiu do campo sem ser o centro de nada — o que, em si, já é uma virada histórica.

A estreia como substituto no segundo tempo confirma o que a torcida já sentia: a Seleção de Carlo Ancelotti tem outros donos. Vinícius Jr. é o craque da vez, Lucas Paquetá comanda o meio, Matheus Cunha pressiona e resolve. Neymar entra quando Ancelotti decide que o jogo precisa de algo diferente — não quando o jogo precisa ser salvo por ele.

Ancelotti não esconde o entusiasmo

O técnico italiano falou sobre o retorno do camisa 10 com elogios diretos, segundo a ESPN Brasil. Ancelotti destacou a seriedade e o profissionalismo de Neymar durante a preparação, e disse estar animado com o que ele pode acrescentar ao grupo daqui para frente. É o tipo de declaração que soa como aprovação — mas também como gestão de expectativas.

Ancelotti não prometeu titularidade. Prometeu contribuição. Há uma diferença enorme entre as duas coisas.

A tabela com Vini Jr. e o que ela significa

A combinação com Vinícius Jr. durante os minutos em campo foi o detalhe que a imprensa destacou — e faz sentido que seja. Os dois nunca jogaram juntos de forma consistente na Seleção no auge de ambos. Ver Neymar como o jogador que alimenta Vini, e não o contrário, é a imagem que resume essa Copa para o Brasil.

Neymar com 33 anos, vindo de uma sequência brutal de lesões, não é mais o mesmo jogador que carregou o Brasil nas costas em 2014 ou que tentou fazer isso em 2022. Mas um Neymar funcional, inteligente, capaz de criar espaços e combinar com o melhor jogador do mundo — esse ainda pode ser muito valioso.

Ele não precisou ser o melhor em campo para que a estreia importasse. Só precisava aparecer.

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Neymar voltou. A Copa do Mundo de 2026 finalmente tem o seu nome na lista de jogadores utilizados — mas a história que ele conta agora é diferente de tudo que veio antes.

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