
Segundo o Terra Futebol, Raphinha deve ficar fora da Copa do Mundo de 2026. Agora o nome de Lucas Paquetá aparece na lista de preocupações da Seleção — e se os dois desfalcarem o Brasil ao mesmo tempo, o técnico terá um problema tático de verdade nas mãos.
Raphinha era o fio condutor do ataque brasileiro: o cara que carregava, que criava, que aparecia nos momentos difíceis. Com ele fora — desfalque apontado pelo Terra Futebol e corroborado pelo Globo Esporte —, a torcida já respirava com dificuldade. A possibilidade de Paquetá também não estar disponível transforma a preocupação em alarme.
Paquetá é o metrônomo do meio-campo da Seleção. Não é só a qualidade técnica: é o jogador que liga os setores, que encontra o espaço entre as linhas e que dá ao Brasil aquela sensação de controle que o time tanto precisa quando o jogo aperta. Tirar ele do esquema não é só uma substituição de nome — é uma mudança de identidade.
Segundo o Terra Futebol, quatro nomes aparecem como opções para cobrir a ausência de Paquetá: Danilo Pereira, Neymar, Endrick e Gabriel Martinelli.
Danilo Pereira é o mais experiente do grupo e conhece o sistema de olhos fechados — volante/meia de contenção, ele pode ocupar o espaço deixado por Paquetá sem precisar mudar de posição, mas o perfil é diferente: mais destruidor do que construtor. Neymar, por sua vez, seria a solução de maior talento individual, mas a questão da sua condição física atual segue sem resposta clara. Incluir o camisa 10 histórico como opção levanta tanto esperança quanto ceticismo — e a torcida sabe disso.
Endrick e Martinelli representam o caminho mais jovem e mais vertical. Martinelli traz intensidade e pressão alta, características que combinam com um Brasil que eventualmente precisará correr atrás do resultado. Endrick, ainda construindo sua história na Seleção, carrega o peso da expectativa — mas também a leveza de quem ainda não tem nada a perder.
Taticamente, a ausência de Paquetá força o técnico a escolher entre dois caminhos: ou encontra um meia de perfil parecido — alguém que conecte linhas e tenha visão de jogo — ou reconstrói o meio-campo em torno de outras características, apostando em mais velocidade e menos posse. Nenhuma das duas opções é simples quando a Copa começa a rodar.
O que é certo: a Seleção chegar ao Mundial sem Raphinha e sem Paquetá seria chegar sem os dois jogadores que mais definem o estilo ofensivo do time nos últimos anos. O Brasil tem talento de sobra para compensar individualmente — mas talento não é o mesmo que entrosamento, e Copa do Mundo não é lugar para improvisar.
A torcida espera que seja só precaução. O calendário não perdoa quem chega na dúvida.
Segundo o Terra Futebol, Raphinha deve ficar fora da Copa do Mundo de 2026. Agora o nome de Lucas Paquetá aparece na lista de preocupações da Seleção
Fontes
Terra Futebol
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“Stays on Brasil — different angle, same beat.”
SELEÇÕESSessenta e oito por cento. É o aproveitamento do Brasil em disputas de pênaltis na história das Copas do Mundo, segundo levantamento do Terra Futebol. Um número que soa razoável — até você lembrar que
“Stays on Brasil — different angle, same beat.”
SELEÇÕESSessenta e oito por cento. É o aproveitamento do Brasil em disputas de pênaltis na história das Copas do Mundo, segundo levantamento do Terra Futebol. Um número que soa razoável — até você lembrar que