
A Copa do Mundo de 2026 começou, e Portugal não começou bem. O empate diante da República Democrática do Congo na estreia do grupo já seria motivo suficiente para preocupação — mas o que realmente dominou o noticiário depois do apito final foi o nome que aparece em todas as camisas vendidas no mundo: Cristiano Ronaldo, 41 anos, numa noite para esquecer.
Não foi um desastre em câmera lenta. Foi algo mais incômodo do que isso — foi a invisibilidade. Segundo o Terra Futebol, ao menos um jornal americano (não identificado pela publicação) não poupou Ronaldo após a partida, descrevendo-o como "uma triste sombra do que já foi". Duro. Mas o tipo de frase que ecoa porque tem chão factual embaixo.
CR7 chegou a esta Copa com 41 anos e o peso de ser, provavelmente, o protagonista da última dança de sua carreira em Mundiais. O problema é que protagonismo exige presença — e, na estreia contra a RD Congo, a presença simplesmente não veio. Segundo relatos do Terra Futebol e confirmados pelo Globo Esporte, a atuação foi descrita como "apagada", o que, para um jogador que construiu uma carreira inteira em cima de momentos decisivos, é uma sentença difícil de ignorar.
> Nota editorial: o placar exato da partida ainda aguarda confirmação por fonte oficial (FIFA.com ou agência de nível Reuters/AFP Sport). O empate é tratado aqui com base em relatos iniciais do Terra Futebol e Globo Esporte.
A questão não é nova, mas a Copa do Mundo amplifica tudo. Ronaldo segue sendo o nome mais reconhecível do futebol português — e, por isso mesmo, o mais cobrado. Quando Portugal não vence, o olhar vai direto para ele. Quando ele não decide, a pergunta volta à tona: ele ainda é solução ou já virou parte do problema?
Não há resposta definitiva depois de um único empate. Mas o fato de um jornal americano — num país que está sediando a competição pela primeira vez em décadas e que está descobrindo o futebol em escala industrial — ter escolhido Ronaldo como alvo central da crítica diz algo sobre a narrativa que está se formando ao redor desta seleção.
O empate com a RD Congo não é o fim do mundo. Portugal tem qualidade no elenco para se recuperar na fase de grupos. Mas a seleção de Roberto Martínez precisará de respostas rápidas — e a principal delas passa por definir qual é, de fato, o papel de Ronaldo neste time.
Se ele é o líder, precisa liderar. Se é o finalizador, precisa finalizar. Uma estreia apagada num Mundial que pode ser o último da carreira não é apenas uma má noite — é combustível para uma conversa que Portugal preferia não ter tão cedo.
A irmã de Ronaldo curtiu uma publicação nas redes sociais que criticava um meio-campista português após o resultado, segundo o Terra Futebol — mas isso é barulho de timeline, não futebol. O que importa está no campo, e o campo ainda não respondeu.
A Copa do Mundo de 2026 começou, e Portugal não começou bem. O empate diante da República Democrática do Congo na estreia do grupo já seria motivo suficiente para preocupação
Fontes
Terra Futebol
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“Stays on Portugal — different angle, same beat.”
Diogo Dalot has lifted the lid on something most squads would never admit to: Portugal walked into the 2026 World Cup having already war-gamed the social media abuse that was coming their way — and Cr
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