
O Maracanã pediu, a Seleção entregou — e de sobra. Na noite de 31 de maio, o Brasil despediu-se de casa com uma goleada de 6-2 sobre o Panamá, o último amistoso antes do embarque para os Estados Unidos e a Copa do Mundo. Vinicius Jr. liderou, os reservas mostraram fome, e Neymar apareceu em campo durante a volta olímpica para lembrar a todos que a questão mais intrigante da seleção ainda não tem resposta definitiva. Carlo Ancelotti saiu satisfeito — mas não sem admitir que ainda tem cabeças para coçar na hora de fechar o grupo.
Seis gols. Dois sofridos. Panamá dominado do primeiro ao último minuto no templo do futebol brasileiro. O placar de 6-2 no Maracanã não foi surpresa — o adversário era o Panamá, não a Espanha —, mas a forma como a Seleção construiu a vitória deu munição suficiente para Ancelotti chegar ao torneio com o peito aberto.
Vinicius Jr. foi o fio condutor da noite, confirmando o papel de líder que a torcida e o próprio técnico já lhe atribuem há meses. Ao lado dele, nomes menos badalados aproveitaram o espaço: Rayan e Lucas Paquetá foram apontados pelos analistas como destaques positivos, enquanto Danilo teve uma noite para esquecer — segundo o Terra Futebol, que avaliou individualmente o desempenho dos jogadores na goleada. Raphinha, por sua vez, foi além do campo e abriu o jogo sobre o que a Seleção ainda precisa ajustar antes da estreia no Mundial, segundo relato do mesmo veículo.
Depois do apito final, o Maracanã virou palco de uma cena que resumiu bem o momento da Seleção: a volta olímpica com Neymar em campo junto ao grupo. O camisa 10 histórico não foi confirmado como titular ou reserva na partida — as fontes consultadas o situam apenas nas celebrações pós-jogo, sem detalhar participação no jogo em si.
Mas a imagem valeu mais do que qualquer nota oficial. Vinicius Jr., em declarações reproduzidas pelo Terra Futebol, chamou Neymar de "nosso ídolo" — o tipo de frase que alimenta manchete e debate em igual medida. Ancelotti, segundo o Terra Futebol, detalhou um plano para o papel de Neymar na Copa, mas admitiu que dúvidas seguem abertas na composição final do elenco. Quais dúvidas, exatamente? Essa parte o treinador guardou para si.
Neymar apareceu, sorriu, ouviu o Maracanã. Ancelotti não precisava de mais perguntas sobre ele — e ganhou mais três.
Enquanto o Brasil fechava sua preparação em casa, outros candidatos ao título também davam os últimos retoques. A Alemanha goleou a Finlândia no último amistoso em solo alemão antes da Copa, segundo a ESPN Brasil — resultado que reforça o momento de confiança da seleção de Vincent Kompany. Já o Japão derrotou a Islândia por 4-0 em amistoso pré-torneio, com um dos gols marcado sob uma nova regra da FIFA, de acordo com o Terra Futebol — embora os detalhes sobre qual regra se aplica não tenham sido esclarecidos nas fontes disponíveis.
O mapa das seleções que chegam embaladas ao torneio vai ficando mais claro. Brasil, Alemanha e Japão entram na Copa com vitórias recentes e moral elevado. A partir daqui, os amistosos acabaram.
O Maracanã pediu, a Seleção entregou — e de sobra. Na noite de 31 de maio, o Brasil despediu-se de casa com uma goleada de 6-2 sobre o Panamá, o último amistoso antes do embarque para os Estados Unidos e a Copa do Mundo.
Källor
Terra Futebol, ESPN Brasil Futebol
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