
Photo: Terra Futebol
O AVAR da semifinal já trocou socos em campo
A escalação de arbitragem para o confronto entre Atlético e Montevideo City Torque, válido pela semifinal, trouxe um detalhe que ninguém esperava encontrar na ficha técnica: o AVAR da partida já trocou socos em campo, numa confusão registrada durante um jogo de categoria Sub-15, segundo informações do Terra Futebol.
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A notícia, revelada pelo Terra Futebol, reacende a velha pergunta que a torcida brasileira faz toda vez que um apito duvidoso decide um jogo grande: quem fiscaliza quem fiscaliza? O duelo entre Atlético e Montevideo City Torque tem status de mata-mata, com vaga em jogo na reta decisiva da competição, e é justamente nesse tipo de confronto que a Conmebol e as federações reforçam o escrutínio sobre os nomes escalados para a cabine do VAR.
O episódio do Sub-15
Segundo o Terra Futebol, o profissional designado como AVAR para a semifinal já esteve envolvido numa briga com socos durante uma partida de base, na categoria Sub-15. O veículo não detalha data exata, o clube envolvido na confusão nem as consequências disciplinares que o episódio teve na época, e a informação permanece atribuída a essa única fonte, sem confirmação de outras partes. O que existe, por ora, é o relato do Terra: um árbitro que hoje assume função de confiança numa decisão de mata-mata teria protagonizado, segundo essa reportagem, um momento de agressão física dentro de campo, ainda que em contexto de categoria de formação.
Uma escalação que levanta perguntas
Não há, até o momento, nenhuma manifestação oficial da entidade responsável pela escalação, nem do próprio profissional, sobre o episódio citado pelo Terra. Também não se sabe se esse histórico, ainda não confirmado por nenhuma outra fonte, foi considerado no processo de vetting que levou o nome dele à cabine de Atlético x Montevideo City Torque. É esse o ponto que incomoda: não se trata de discutir uma decisão pontual de campo, mas de entender se um relato de conduta violenta, mesmo vindo de fonte única e sem checagem independente, pesa ou não na hora de distribuir funções de arbitragem em jogos de alta tensão como uma semifinal.
O caso ainda é recente, carece de mais detalhes públicos e, até aqui, não foi confirmado além da reportagem original. Mas a simples existência da informação, vinda de um episódio de base que reapareceu justamente na véspera de um mata-mata, já é suficiente para colocar a lupa sobre os critérios de seleção de árbitros assistentes de vídeo em competições decisivas.
Fontes1 fonte
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