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Espanha derruba a França e mira o bi — photo: Terra Futebol

Photo: Terra Futebol

Espanha derruba a França e mira o bi

Dezesseis anos depois de Andrés Iniesta fazer o mundo parar em Joanesburgo, a Espanha está de volta à final de uma Copa do Mundo — e desta vez com uma geração que não precisa pedir licença para ninguém. A seleção espanhola despachou a França na semifinal e chegou à decisão do Mundial 2026 com um retrospecto que impressiona: seis vitórias e apenas um empate em sete jogos. O bicampeonato, que em 2010 parecia um sonho distante, está agora a noventa minutos de virar realidade.

By Lucas Martins· Repórter de campo·Publicado ·Atualizado ·2 MIN DE LEITURA

A máquina que não para

A Espanha chegou a esta semifinal como a equipe mais consistente do torneio — e confirmou o favoritismo diante da França com uma atuação que reforçou tudo o que já se via desde a fase de grupos. Seis vitórias e um empate em sete partidas não é sorte; é domínio. A seleção espanhola construiu uma campanha que lembra, em solidez, a dos campeões de 2010 — mas com uma identidade própria, mais vertical, mais intensa, menos dependente da posse pela posse.

A França, que chegou à semifinal como um dos candidatos mais temidos do torneio, não conseguiu impor seu ritmo. O resultado confirma o que os números já diziam: esta Espanha não dá espaço, não dá respiro e raramente dá segundas chances.

O peso do bicampeonato

Em 2010, a Espanha encerrou uma espera de décadas e se consagrou campeã do mundo pela primeira vez. Aquela geração — Iker Casillas, Xavi, Iniesta, David Villa, Sergio Ramos — entrou para a história do futebol mundial de um jeito que poucos países conseguem. Agora, um grupo completamente diferente tem a chance de escrever um capítulo ainda mais pesado: o do bicampeonato.

De acordo com os registros históricos da FIFA, nenhuma seleção europeia jamais venceu dois Mundiais consecutivos. A Espanha pode ser a primeira. Esse é o tamanho do que está em jogo na final.

Pizza, família e a noite de ontem

Depois do apito final, os jogadores espanhóis comemoraram a classificação da forma mais humana possível: pizza com as famílias, segundo apurou a Terra Futebol. Sem festa exagerada, sem euforia de quem já se acha campeão. Quem observou de perto descreveu um grupo sereno — o tipo de serenidade que vem de saber exatamente o que ainda falta fazer.

Eles não celebraram como se tivessem vencido a Copa. Celebraram como quem sabe que a Copa ainda está por vir.

O adversário e o que vem a seguir

O oponente na final ainda não está confirmado — a outra semifinal definirá quem a Espanha vai encarar na decisão. Mas o grupo espanhol já mostrou que não há adversário que o tire da rota. Com a campanha que fizeram até aqui, chegar ao jogo final como favoritos não é arrogância: é consequência.

Nota da redação: o nome do técnico da Espanha na Copa 2026 está sendo verificado — Luis Enrique deixou o cargo após a Eurocopa 2024 e o artigo será atualizado assim que a informação for confirmada por fonte oficial.

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Dezesseis anos depois de Andrés Iniesta fazer o mundo parar em Joanesburgo, a Espanha está de volta à final de uma Copa do Mundo — e desta vez com uma geração que não precisa pedir licença para ninguém.

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