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A carta que encerra a era Messi na Argentina — photo: Terra Futebol

Photo: Terra Futebol

A carta que encerra a era Messi na Argentina

Lionel Messi encerrou, nesta terça-feira, o capítulo mais longo da própria carreira: a camisa 10 da Seleção Argentina. O anúncio não veio em campo, nem em entrevista coletiva, mas por carta, publicada e assinada pelo próprio craque, fechando de forma abrupta a era mais vitoriosa da história albiceleste.

By Amanda Souza· Repórter de mercado·Publicado ·2 MIN DE LEITURA

O fim de uma era

Não existe outra forma de descrever: Lionel Messi é a Seleção Argentina desde que debutou pela equipe principal, em 2005. Foi com ele em campo que a Argentina finalmente ergueu a Copa do Mundo, em 2022, no Qatar, e viu o país inteiro parar para celebrar depois de décadas de espera. Foram ainda dois títulos de Copa América, em 2021 e 2024, que transformaram um jogador cobrado por não vencer com a seleção no maior ídolo da história do país.

A carta publicada nesta terça-feira, 1º de setembro de 2026, encerra essa história. Sem discurso, sem homenagem organizada, sem gesto épico. Só uma carta.

A carta

Messi optou por comunicar a decisão diretamente, num texto divulgado publicamente, em vez de esperar por uma partida simbólica ou uma despedida marcada em calendário. É um formato que já diz algo sobre como o argentino escolheu fechar essa página: nos próprios termos, sem cerimônia imposta por ninguém.

O capítulo com Gabriel Jesus e o Brasil

Segundo o Terra Futebol, o anúncio está diretamente ligado a um episódio recente envolvendo Gabriel Jesus e a Seleção Brasileira, um capítulo que o veículo descreve como decisivo no processo que levou Messi a essa decisão. O relato reforça que o duelo histórico entre Argentina e Brasil, o maior clássico do futebol sul-americano, voltou a pesar no momento em que Messi decidiu se despedir da Albiceleste.

O próprio Terra Futebol resume a situação como "o capítulo que mudou a história de Messi na Argentina", uma formulação que deixa claro o peso do episódio, ainda que os detalhes completos do que aconteceu em campo não tenham sido explorados a fundo na reportagem.

O que vem depois

A Argentina de Lionel Scaloni construiu, ao redor de Messi, o ciclo mais vencedor do país desde os tempos de Diego Maradona. Agora, esse ciclo perde seu maior nome e sua maior referência dentro e fora de campo. A seleção vai continuar, os jogos vão continuar, mas o número 10 que carregou o país nas costas por mais de duas décadas já não vai estar ali para vestir a camisa de novo.

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