
Dani Alves: a venda ao Liverpool que não saiu do papel
Antes de se tornar um dos jogadores mais condecorados da história do futebol, Dani Alves quase trocou o Sevilla pelo Liverpool em 2006. O acordo entre os clubes existiu, mas esbarrou numa diferença de valores que os ingleses não quiseram cobrir.
Escrito com IA e verificado automaticamente antes da publicação. Como trabalhamos
Um lateral em ascensão
Em 2006, Dani Alves já não era mais uma simples aposta do Sevilla. Chegado por empréstimo em 2002 e efetivado após boas atuações pelo Brasil no Mundial Sub-20 daquele ano, o lateral vinha se firmando como peça importante do time espanhol, que disputava e viria a conquistar a Copa da UEFA. Seu nome começava a circular fora da Espanha, e o Liverpool apareceu como pretendente.
O acordo que existiu
Segundo o registro histórico do jogador, em junho de 2006 o Sevilla chegou a concordar em vender Dani Alves ao Liverpool. Não se tratou apenas de um interesse declarado: as partes alinharam a venda, com o clube espanhol pedindo um valor em torno de 8 milhões de libras pelo lateral. O problema surgiu justamente aí, o Liverpool não conseguiu atender a esse valor, e a transferência não avançou.
Com o negócio frustrado, Dani Alves permaneceu no Sevilla. Meses depois, em dezembro de 2006, renovou contrato com o clube até 2012, numa demonstração de que a permanência, mesmo não planejada originalmente, não o incomodava, pelo menos não naquele momento.
O capítulo seguinte: o Chelsea também esbarrou no valor
A frustração com negociações não terminou ali. Em 2007, já de olho em um novo destino, Alves declarou publicamente o desejo de deixar o Sevilla por um “grande clube europeu”, revelando estar lisonjeado com o interesse do Chelsea e que seu empresário havia ido à Inglaterra tratar da proposta. O Sevilla, no entanto, rejeitou as ofertas dos ingleses, consideradas “muito abaixo do esperado”, e também uma proposta do Barcelona. O presidente sevillista, José María del Nido, chegou a debochar publicamente do valor oferecido pelos catalães.
O Chelsea, sem conseguir seu alvo, contratou o também brasileiro Juliano Belletti, companheiro de posição de Alves. O lateral declarou decepção com a diretoria do Sevilla por ter recusado as propostas, mas, após a morte do companheiro de elenco Antonio Puerta e um desgaste público com o presidente, optou por seguir no clube.
O caminho que, afinal, levou à glória
Foi só em julho de 2008 que Dani Alves deixou o Sevilla, desta vez rumo ao Barcelona, em uma transferência que efetivamente se concretizou. Na despedida, emocionado, disse que havia chegado ao clube como um garoto e saía como um homem. No Barça, viveu o auge da carreira: um hat-trick de títulos já na primeira temporada e, ao todo, seis ligas espanholas e três Champions League, consolidando-se como um dos maiores laterais da história do futebol.
A negociação frustrada com o Liverpool em 2006, e, depois, com o Chelsea em 2007, acabou sendo apenas um desvio no caminho de uma carreira que, dois anos mais tarde, encontraria em Barcelona o palco perfeito para florescer.
Se o Liverpool tivesse coberto os 8 milhões de libras em 2006, Dani Alves teria feito melhor carreira?
Fontes2 fontes
Wikipedia (pt), Wikipedia (en), Wikipedia (pt)
Citamos todos os veículos em que este artigo se baseia, com link, e contamos as informações deles com nossas próprias palavras, em vez de reproduzi-las.
O futebol do dia na sua caixa de entrada às 7 da manhã. Só isso.
O melhor dos jogos da noite, o que tá rolando na janela de transferências e a coluna que você tem que ler hoje. Sem anúncios. Sem dicas. Sem operadoras.
Desinscrição em um clique. A gente não compartilha emails.

Comments
Loading comments…